Sua empresa tem poucos funcionários e você está pensando em oferecer plano de saúde, mas não sabe por onde começar?
O plano de saúde empresarial pode ser uma alternativa para empresas que desejam oferecer assistência médica a funcionários, sócios e, conforme as regras do contrato, seus dependentes.
Mas escolher um plano não significa apenas comparar mensalidades.
É importante analisar rede credenciada, cobertura, perfil dos beneficiários, carência, reajuste, coparticipação e condições contratuais.
Neste guia, você vai entender como funciona o plano de saúde empresarial, quem pode contratar, como funciona para MEI e pequenas empresas, quais são as principais regras e o que avaliar antes de tomar uma decisão.
O plano de saúde empresarial é uma modalidade de plano coletivo empresarial contratada por uma pessoa jurídica para oferecer assistência à saúde às pessoas vinculadas à empresa.
Entre os possíveis beneficiários estão empregados, sócios, administradores e estagiários, além de familiares como dependentes, conforme as condições do contrato e os graus de parentesco previstos.
Na prática, a empresa contrata o plano e define, de acordo com as condições disponíveis, quais pessoas poderão participar.
O funcionamento depende do contrato escolhido e da operadora.
Entre os pontos que precisam ser analisados estão:
Por isso, o plano mais barato nem sempre será o mais adequado para uma empresa.
A contratação pode atender diferentes perfis de empresas e empresários.
Entre eles:
A ANS também prevê a participação de dependentes conforme as condições do contrato e os graus de parentesco permitidos.
Sim.
O empresário individual pode contratar plano coletivo empresarial desde que cumpra os requisitos aplicáveis.
A ANS informa que o empresário individual precisa comprovar o exercício de atividade empresarial por pelo menos seis meses. O MEI é citado pela própria Agência como exemplo de empresário individual.
Também podem participar pessoas vinculadas ao empresário individual por relação empregatícia e, conforme o contrato, integrantes do grupo familiar.
Essa é uma das dúvidas mais comuns.
E aqui precisamos tomar cuidado com uma informação que aparece bastante na internet:
Não existe uma regra universal dizendo que toda empresa precisa ter determinado número de funcionários para contratar qualquer plano empresarial.
A disponibilidade depende do produto, da operadora e das condições da contratação.
Por outro lado, a quantidade de beneficiários é muito importante porque algumas regras regulatórias mudam conforme o contrato tenha menos de 30 beneficiários ou 30 ou mais.
Isso acontece, por exemplo, nas regras de carência e reajuste.
Pode ter.
Segundo a ANS:
Por isso, não é correto afirmar simplesmente que:
“Plano empresarial não tem carência.”
A resposta depende das características do contrato e da situação de ingresso do beneficiário.
Também existem regras específicas.
Em determinadas situações envolvendo contratos coletivos empresariais menores, pode existir Cobertura Parcial Temporária (CPT) para doenças ou lesões preexistentes.
Já em contratos empresariais com 30 ou mais beneficiários, há regras de isenção de CPT quando o ingresso ocorre dentro do prazo estabelecido.
Por isso, essa é uma questão que merece análise antes da contratação.
Esse é um dos pontos mais importantes para o empresário.
Plano empresarial não segue necessariamente o mesmo reajuste dos planos individuais ou familiares.
A ANS estabelece regras diferentes conforme o número de beneficiários.
A operadora deve reunir os contratos coletivos com menos de 30 beneficiários em um agrupamento para aplicação do mesmo percentual de reajuste, seguindo as regras da ANS.
Nesse caso, as cláusulas de reajuste são estabelecidas por negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora ou administradora, conforme as regras do contrato. A operadora deve fundamentar o percentual proposto e disponibilizar os cálculos para conferência da pessoa jurídica contratante.
Não devemos pegar o percentual anual divulgado pela ANS para planos individuais/familiares e apresentá-lo como se fosse automaticamente aplicável aos planos empresariais.
São regras diferentes.
Não existe um preço único.
O valor pode variar conforme diversos fatores, como:
A própria ANS destaca que o preço de um plano depende dos serviços oferecidos, da rede disponível e do perfil dos beneficiários.
Por isso, cuidado com conteúdos que apresentam um único preço como se ele servisse para todas as empresas.
Uma empresa com três pessoas pode ter necessidades completamente diferentes de uma empresa com vinte ou cinquenta beneficiários.
Não existe uma resposta universal.
É necessário analisar o perfil de quem será atendido, a forma de contratação e as condições disponíveis.
| Plano empresarial | Plano individual/familiar |
|---|---|
| Contratação vinculada à pessoa jurídica | Contratação diretamente pela pessoa física |
| Pode atender pessoas vinculadas à empresa | Voltado ao titular e grupo familiar |
| Possui regras próprias para reajuste coletivo | Possui regras específicas de reajuste definidas pela ANS |
| Pode incluir dependentes conforme contrato | Regras próprias de inclusão familiar |
| Condições variam conforme produto e contrato | Condições variam conforme produto |
Um ponto especialmente importante é o reajuste: as regras dos contratos coletivos são diferentes das aplicáveis aos planos individuais/familiares.
Verifique quais hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais estão disponíveis na região que realmente importa para sua empresa.
Entenda quais procedimentos e serviços estão incluídos no plano
Confira quem pode participar e quais dependentes podem ser incluídos.
Verifique os prazos para utilização dos serviços contratados.
Entenda como os valores podem ser atualizados ao longo do contrato.
Avalie mensalidade, coparticipação e demais condições financeiras.
Em vez de começar pelo preço, recomendamos seguir esta ordem:
Funcionários? Sócios? Dependentes?
Onde essas pessoas moram? Quais hospitais são importantes para elas?
Quanto a empresa pretende investir?
Um plano mais barato pode deixar de ser interessante se não tiver os hospitais necessários.
Verifique se os produtos realmente oferecem o que a empresa precisa.
Entenda como o modelo funciona antes de escolher.
Especialmente quando o grupo é pequeno.
Esse ponto pode ter impacto significativo no custo ao longo do tempo.
Não compare apenas mensalidade.
Compare custo + cobertura + rede + condições contratuais.
Um corretor pode ajudar a comparar produtos e encontrar alternativas compatíveis com o perfil da empresa.
Pode valer a pena, mas a resposta depende do cenário.
Para uma pequena empresa, o plano pode representar uma forma de oferecer um benefício valorizado pelos colaboradores e ampliar as opções de assistência à saúde.
Porém, é importante analisar o custo para a empresa e as condições do contrato antes de tomar uma decisão.
A pergunta mais interessante não é:
“Qual é o plano mais barato?”
E sim:
“Qual plano oferece o melhor equilíbrio entre custo, cobertura e necessidade da minha equipe?”
Essa mudança de perspectiva ajuda a evitar decisões baseadas somente na mensalidade.
Aqui, você encontrará respostas para as perguntas mais frequentemente feitas por nossos clientes e visitantes.
Sim. O empresário individual pode contratar plano coletivo empresarial desde que cumpra os requisitos aplicáveis. A ANS informa que é necessário comprovar o exercício da atividade empresarial por pelo menos seis meses.
Pode ter. Nos contratos com até 29 beneficiários, pode haver carência. Nos contratos com 30 ou mais, existem situações de isenção para quem ingressa dentro do prazo previsto.
Pode, conforme as condições do contrato e os graus de parentesco previstos na legislação.
Depende do número de beneficiários e das características do contrato. Contratos com menos de 30 beneficiários seguem a regra de agrupamento; contratos com 30 ou mais têm reajuste negociado conforme as condições aplicáveis.
Não existe uma regra que permita afirmar isso para todos os casos.
O preço depende do perfil dos beneficiários, produto, rede, cobertura, região e demais condições da contratação.
O ideal é comparar as opções considerando perfil dos beneficiários, rede credenciada, cobertura, coparticipação, carência, reajuste e custo total.
É simples. Entre em contato pelo WhatsApp ou preencha o formulário da página. Nossa equipe analisará seu perfil e apresentará as melhores opções de Plano de Saúde, sem compromisso.
Escolher um plano de saúde empresarial não é simplesmente encontrar a menor mensalidade.
Uma boa decisão considera o perfil da empresa, as necessidades dos beneficiários, a rede credenciada, a cobertura, as condições de contratação, a carência, a coparticipação e as regras de reajuste.
Para pequenas empresas e MEIs, entender essas diferenças antes de contratar pode evitar uma escolha inadequada e ajudar a encontrar uma solução mais compatível com o orçamento e com as necessidades da equipe.
A Gliceriuns Corretora de Seguros e Planos de Saúde pode analisar o seu perfil e ajudar na comparação das alternativas disponíveis.